Arieli Caroline Chiquetti
- Especialista em Direito Médico (Unicuritiba)
- Especialista em Gestão Hospitalar (Albert Einstein)
- Comissão de Direito Médico e da Saúde da OAB/SC
- Professora da pós em Direito Médico do IEST
- Palestrante
Direito Médico e da Saúde · Camboriú, SC
Sou advogada especialista em Direito Médico e da Saúde. Defendo pacientes diante dos planos de saúde e cuido da segurança jurídica de médicos, clínicas e hospitais, com atendimento próximo do início ao fim.
Sobre mim
Atuo no escritório Chiquetti & Marcelino ao lado do advogado Leonaldo Marcelino Junior, que soma a experiência em processo civil e penal aos casos da saúde.
Por trás de cada negativa de cobertura existe uma família esperando por um tratamento.
Por isso explico cada etapa com clareza e respondo pessoalmente. Você sabe com quem está falando e em que pé está o seu caso.
Áreas de atuação
Atendo quem precisa do tratamento e quem presta o atendimento. Essa visão completa me ajuda a construir argumentos técnicos, com base na lei, na regulação da ANS e na jurisprudência.
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Atualizações
Decisões dos tribunais sobre planos de saúde e Direito Médico, resumidas em linguagem simples.
A 3ª Turma Cível manteve a condenação de uma operadora que negou a internação de um paciente com fibrilação atrial alegando carência de 180 dias. Em urgência e emergência, a carência máxima é de 24 horas. O plano pagará R$ 5 mil por danos morais.
Fonte: TJDFTA Segunda Seção decidiu que os planos não precisam fornecer produtos à base de cannabis para uso domiciliar, salvo previsão em contrato, inclusão no rol da ANS ou aplicação sob supervisão direta de profissional de saúde.
Fonte: O TempoA paciente sentiu dores intensas depois de uma cirurgia no tornozelo e só 55 dias depois foi constatada uma fratura na tíbia. A 3ª Vara Cível reconheceu falha no serviço público de saúde e fixou R$ 60 mil por danos morais.
Fonte: ConjurMesmo com perícia indicando que os procedimentos seguiram o padrão, a Câmara condenou um hospital universitário com base nas demais provas do processo, como as 18 idas do paciente ao hospital sem diagnóstico correto.
Fonte: ConjurEm decisões de maio e junho, o STJ tratou planos empresariais com poucas vidas, formados por uma mesma família, como "falsos coletivos". Nesses casos, valem os índices de reajuste fixados pela ANS para planos individuais.
Fonte: IdecResumos informativos. Cada caso depende dos seus documentos e precisa de análise individual.
Dúvidas frequentes
Peça a negativa por escrito. A operadora deve informar o motivo de forma clara quando o beneficiário solicita. Guarde também o pedido médico e o laudo. Com esses documentos é possível avaliar se a recusa tem fundamento.
Em muitos casos, sim. Reajustes de planos coletivos e por faixa etária precisam seguir regras de contrato, de transparência e de cálculo. Cada contrato precisa ser analisado individualmente.
Sim. Com o processo eletrônico, atendemos clientes em outros estados, com reuniões on-line e, quando necessário, apoio de advogados correspondentes.
É recomendável buscar orientação logo no início. A primeira manifestação na sindicância costuma ser decisiva para o andamento do caso.
Contato
O primeiro contato é pelo WhatsApp. Tenha em mãos os documentos do seu caso para agilizar a análise.